
Barcos feitos com latinhas


Barcos feitos com latinhas

Reduzir os poluentes presentes no ar de dentro de um ambiente é simples, basta apenas usar plantas. Algumas plantas como palmeiras, margaridas, lírios, samambaias e orquídeas podem ajudar a remover os compostos orgânicos voláteis (COVs) do ar que você respira em ambientes fechados.
Quando seu celular antigo quebrar ou você trocá-lo por um novo, jogue-o fora da maneira correta.
Existem várias maneiras de economizar dinheiro, energia e água na lavanderia ou área de serviço, desde a escolha certa da máquina de lavar até o uso de água fria. Quando você for trocar sua velha máquina de lavar escolha uma de acesso frontal e com o selo Procel, assim você usará 50% menos de energia e água. Mas a economia pode ser ainda maior. Cerca de 90% da energia usada pela máquina é para aquecer a água, então use água fria sempre que possível e também reduza o número de vezes que você usa a máquina de lavar, espere até que você tenha um volume grande de roupas para lavar.
Por questões de saúde, é mais seguro optar por recipientes de vidro e cerâmica quando for usar o microondas. E é uma alternativa mais ecológica pois reduz nossa dependência de plásticos, que geram CO2 na sua produção e reduz o lixo.
Se você possui um aquecedor de água essa dica pode ajudar a economizar energia consumida para aquecer a água de sua casa.
Mantendo sua geladeira cheia, mas não lotada, permitirá que ela funcione em sua capacidade máxima gastando menos energia. Para ajudar a reter temperaturas baixas quando a geladeira ou freezer está mais vazio, coloque uma jarra ou garrafa com água nos compartimentos, isso manterá o interior frio.
Energia e Meio Ambiente - Tradução da 4ª Ed. Norte- Americana
A Mata Atlântica É Aqui e Daí? - História e Luta da Fundação SOS Mata Atlântica
Em Copenhague hotel paga aos hóspedes para pedalarem e gerar energia: As bicicletas do Hotel Crowne Plaza estão conectadas a vários geradores que fornecem eletricidade para o prédio. Os hóspedes podem ganhar um vale-refeição de US$36 se produzirem 10 watt-hora, são cerca de 15 minutos pedalando.
A seleção jogará com um uniforme ecologicamente correto: A mais famosa seleção do mundo, a da brasileira, vai inovar e jogar uma Copa do Mundo com um uniforme de material reciclado. A camiseta, desenvolvida pela Nike, vai utilizar a tecnologia Dri-Fit, como é comum há algum tempo, mas dessa vez sua matéria prima é garrafa PET!
Suíça lança avião movido a energia solar:Protótipo de aeronave não usa combustível, apenas raios solares que batem em sua superfície.
Mesmo marcado pelo desastre ecológico causado pelo vazamento de mais de 50 milhões de litros de petróleo no golfo do México desde Abril, o mês de Junho ainda é o mês de comemoração do Dia Internacional do Meio Ambiente.O pior desatre ecologico da história dos EUA, segundo o próprio presidente do país, Barack Obama, ocorreu concidentemente próximo à data na qual se comemora algo que certamente já existia desde o surgimento do planeta Terra e que até hoje, mesmo com toda técnologia já desenvolvida pelo homem, não teve sua importância reconhecida: O Meio Ambiente.
Criado pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1972 para comemorar e saudar o Meio Ambiente,o dia 5 de Junho deste ano parece perder o sentido, já que aquilo que deveria ser presevado está degradado em proporções nunca antes imaginadas, depois de tamanho desastre.
Todas as tentativas de contêr o fluxo de vazamento no local do desastre forma frustrantes, o que significa mais de 3 milhões de litros de petróleo por dia ainda sendo despejados no mar. Seria este desastre uma simples coincidência ou mais um sinal de que o meio ambiente já não suporta mais a ação do homem e sua ganância pelos recusrsos naturais?
No Brasil, diversos eventos comemoram a data, e conicidentemente, os lugares escolhidos para festejar a data, ou até mesmo para alertar sobre o esgotamento dos recursos naturais, são aqueles poucos pontos de área verde que restam dentro das grandes metrópoles, como Jardim Botânico de São Paulo.
Somente o pouco que restou desde de que o homem acreditou estar se desenvolvendo e destruíu a natureza ao seu redor para dar lugar a algo que não se sustentaria: a sua própria ambição.
Agora, a humanidade se vê obrigada á retornar à suas origens (técnologia primitiva) para que possa minimamente ver seus descendentes respirando, se alimentando e bebendo uma água cada dia mais escassa. Tanto se fez para que a técnologia pudesse se desenvolver e grande parte dessa técnologia pautada na eletricidade, no petróleo, no ouro, enfim, todo o conforto e ostentação possível, era o que se queria. Entretanto, as hidrelétricas, a extração do petróleo, do ouro, e de todos os recursos que por muito tempo o homem acreditou estarem disponíveis para que se esbaldassem, hoje apresentam sinais de esgotamento e insustentabilidade. Então, depois de muito se aproveitar de tais recursos, o homem se vê obrigado a pensar em voltar a viver de forma menos glamurosa para que a Terra continue sendo um planeta habitável.
Hoje, muito se fala sobre desenvolvimento sustentável, mas afinal, será que simplismente começar a pensar no meio ambiente a partir de agora seria sufuciente para reparar os danos causados por séculos de exploração e degradação?
E quanto tempo será que o planeta ainda vai resistir á ação do homem? Será que a Terra ainda terá muitos 5 de Junho para comemorar sua destruíção?
Fica aqui uma sugestão para reflexão profunda sobre o futuro do nosso planeta.
Por Caroline Giannoni.
A população mundial está poluindo os rios e oceanos com o despejo de milhões de toneladas de resíduos sólidos por dia, envenenando a vida marinha e espalhando doenças que matam milhões de crianças todo ano, disse a ONU."A quantidade de água suja significa que mais pessoas morrem hoje por causa da água poluída e contaminada do que por todas as formas de violência, inclusive as guerras", disse o Programa do Meio Ambiente das Nações Unidas – UNEP.
Em um relatório intitulado "Água Doente", lançado para o Dia Mundial da Água, o UNEP afirmou que dois milhões de toneladas de resíduos, que contaminam cerca de dois bilhões de toneladas de água diariamente, causaram gigantescas "zonas mortas", sufocando recifes de corais e peixes. O resíduo é composto principalmente de esgoto, poluição industrial, pesticidas agrícolas e resíduos animais.
Segundo o relatório, a falta de água limpa mata 1,8 milhões de crianças com menos de 5 anos de idade anualmente. Grande parte do despejo de resíduos acontece nos países em desenvolvimento, que lançam 90% da água de esgoto sem tratamento. A diarreia, principalmente causada pela água suja, mata cerca de 2,2 milhões de pessoas ao ano e "mais de metade dos leitos de hospital no mundo é ocupada por pessoas com doenças ligadas à água contaminada."
O relatório recomenda sistemas de reciclagem de água e projetos multimilionários para o tratamento de esgoto. Também sugere a proteção de áreas de terras úmidas, que agem como processadores naturais do esgoto, e o uso de dejetos animais como fertilizantes. "Se o mundo pretende sobreviver em um planeta de seis bilhões de pessoas, caminhando para mais de nove bilhões até 2050, precisamos nos tornar mais inteligentes sobre a administração de água de esgoto", disse o diretor da Unep, Achim Steiner, "O esgoto está literalmente matando pessoas."
Em São Paulo, segundo o biólogo John Emilio Tatton, empresas despejam, clandestinamente, resíduo tóxico nos rios e mananciais da grande São Paulo dificultando ainda mais o abastecimento de água na metrópole que precisa buscar água em outras bacias como: Campinas e Extrema no estado de Minas Gerais para abastecer a bacia Tietê, responsável pelo abastecimento da zona norte da capital.
“As nuvens de chuva só despejam em São Paulo devido aos 7% de mata atlântica que ainda restam na região, no entanto por não haver espaço para drenagem para a água da chuva, a água cai e vai para o rio Tietê saindo da cidade e indo para outras regiões. Por isso não pode poluir nossas represas e preciso preservar a água potável senão em menos de 15 anos São Paulo terá um grave racionamento de água” afirma John Emilio.
Para o biólogo é preciso também educar a população para o consumo consciente da água, que na grande metrópole é entorno de 180 litros dia por habitante e, segundo a Organização Mundial das Nações, um indivíduo precisa de 110 litros dia para suprir sua necessidade de higienização e consumo e o que ultrapassa isso é desperdício. Portanto São Paulo tem um alto desperdício e vem causando indignação nas cidades que precisam ceder água para o abastecimento da cidade.
Um projeto que inclui um programa de educação ambiental nas escolas públicas da grande São Paulo foi desenvolvido pela gestão ambiental da Sabesp, Empresa de Saneamento Básico do Estado de São Paulo, para levar a população a necessidade de se ter um consumo racional da água e preservação da mesma.
“Só a educação ambiental irá conscientizar as empresas em não poluir os rios e mananciais da região porque a lei não está sendo suficiente para evitar esta prática” acrescenta John Emilio.


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